terça-feira, 8 de junho de 2010

ouve Deus gue fala

Um rapaz pediu a Jesus um emprego, e uma mulher que o amasse muito.






No dia seguinte, abriu o jornal e tinha um anuncio de emprego.





Ele foi, viu a fila muito grande e disse: eles são melhores do q eu, e foi embora.






No caminho, um garoto lhe deu uma rosa ....no ônibus ele chateado joga a rosa fora.






E ao chegar em casa briga com Jesus

É assim que me tratas? É assim que me amas ?





E vai dormir. Em sonho, Jesus lhe diz:





O emprego era seu, mas vc ñ confiou e desistiu antes mesmo de lutar; aquela rosa foi eu que te dei... inspirei aquela criança a lhe dar!!!


O amor da sua vida, estava sentada ao seu lado, em vez de vc dar a rosa a ela, jogou fora.





Vc entendeu como Jesus age na sua vida?




Ele abre as portas te mostra o caminho mas a tua fé é tão pouca que desiste no primeiro obstáculo. Não desista confie que Jesus pode agir na sua vida.



Os obstáculos existem para ver até onde vai a tua fé.




confi em Deus pois o inpossivel ele fara por voçê

domingo, 30 de maio de 2010

amigos

Esses dias chegou-me um bilhete de um casal amigo. O bilhete dizia: -“ O carinho é o mesmo, mas faz quinze anos que sumimos um do outro. Quando passar por aqui tire um dia em honra da nossa amizade que nunca diminuiu!” Telefonei e irei. Já têm três netos e eu nem sabia!
Já ganhei amigos que não merecia e perdi amigos que não desejaria ter perdido. Alguns, por culpa minha, outros por culpa deles.  Eu fiz certo, mas eles acharam que não fiz. Em outros casos achei que fazia certo, mas fiz errado. Não me quiseram mais entre eles. 
Tive amigos de infância que não prosseguiram como amigos de adolescência ou de juventude. Alguns de meus amigos de juventude não permaneceram comigo na idade adulta. Agora que chego quase aos setenta anos, percebo que muitos amigos de três a quatro décadas não mais me telefonam. Nem eu a eles. Algum laço se rompeu. E não foi nem inimizade. Parecemos continentes que se separaram com o movimento das placas tectônicas da vida.
Na verdade, poucas amizades duram a vida inteira. A maioria delas perde a impulso.  Esses dias, encontrei dois velhos amigos de muitas décadas. Perguntamo-nos o que houve que não mais tivemos tempo nem de telefonar. Os dois lados não sabiam por quê. Um deles, americano, usou a palavra we drifted apart: boiamos para longe...  Foi o que houve. As águas do tempo nos foram levando e esquecemos de remar contra a corrente para nos vermos mais vezes.
Amigos de longa data de repente foram embora e até hoje não sabemos por quê. Outros foram e quando nos vimos depois de 30 anos a amizade ainda era a mesma. Muitos de meus jovens precisaram da ausência para descobrir o que quanto fui importante na vida deles e eles na minha. Outros nunca perderam o contato. Colegas sacerdotes que conheço há cinqüenta anos permanecem grandes amigos, mesmo se faz dez que não nos vemos.
Isso de fazer e de perder amigos tem a ver com a atenção e o porquê. Às vezes ficamos desatentos e lá se vai o amigo. Às vezes ele perdoa. Ás vezes nós perdoamos os meses ou anos de telefonemas não dados. Há mais do que telefone nestes laços.
Há amigos pais, amigos filhos, amigos irmãos e amigos-amigos. Sem alguns, eu não saberia viver. Doeria demais.  Nem eles vivem sem mim. Mas há outros cujo silêncio não doeu, mas nem por isso deixamos de nos querer bem. É mistério. Há amizades duradouras que nunca foram profundas. Há amizades profundas e duradouras. Há outras que duraram pouco. E há outras que não admitimos nem mesmo a hipótese de perder. Entraram na alma.
Uma coisa, porém, é certa. Trocar e substituir amigos, nunca!  Não é porque arranjamos novos amigos que descartaremos os de ontem. O coração tem que ter lugar para outros mais. Amigo algum poderá ocupar o trono do outro, nem mesmo do que se foi e nos deixou sem uma palavra e um porquê. O lugar dele fica, à espera de sua volta, mesmo que nunca mais volte.
Isso de ser amigos é mistério. Nem Ágape, nem Eros nem Filia explicitam. É algo indefinível. Gostaríamos de não amar, mas amamos. E daí? Não os pedimos, mas vieram. Acho que Deus algo a ver com isso! Alguns amigos, por mais que briguemos foi Deus quem os deu. E dom de Deus a gente não desperdiça!


quinta-feira, 20 de maio de 2010

sorrindo pra vida


Luzia Santiago e Márcio Mendes
Foto: Wesley Almeida
Deus não nos ama pelo que nós fazemos, mas nos ama por aquilo que Ele é: nosso Pai. E assim como a alegra do pai está no filho, Deus tem alegria em você. Ele não só o ama, mas gosta de você com os dons e defeitos que você carrega, porque Ele é seu Pai e o ama. Você enche o coração de Deus com alegria.

O próprio Jesus nos revela que todas as vezes que tomamos consciência disso, nós nos voltamos para Deus e damos um passo em direção ao céu. Cristo diz que lá no alto uma verdadeira festa acontece todas as vezes em que crescemos na graça e nos deixamos encher pelo Espírito Santo de Deus e nos aproximamos d'Ele.

Deus não muda, somos nós que mudamos, o amor do Senhor não muda com a nossa inconstância. Se hoje nos aproximamos d'Ele mais do que ontem, o amor d'Ele permanece sempre o mesmo, não pode aumentar, porque já é tudo. O Todo-poderoso ama você com todo o amor que Ele possui.

Nessa certeza, os nossos altos e baixos, os nossos fracassos e vitórias, problemas e até mesmo os nossos pecados são, para nós, neste dia, uma oportunidade para que experimentemos o Seu amor sempre fiel. Não importam as dificuldades, as mudanças, o Altíssimo sempre nos amará. Mesmo que erremos, pequemos, que tenhamos os nossos "resvalos", o amor do Senhor não nos abandona por causa disso. Como é seguro termos um amor assim por nós, Alguém que está conosco até o fim, apesar das nossas misérias!

Eu digo "apesar de nós", porque, muitas vezes, somos aqueles que mais dificultamos o amor das pessoas por nós. Como é bom saber que há Alguém que nos ama apesar de todas as nossas misérias e nos ama inclusive com as nossas misérias. Esta Palavra põe no nosso coração uma certeza: quem é mais pecador é quem mais pode experimentar, neste dia, o perdão, a alegria, a esperança, porque é o mais necessitado.

Nós devemos aprender, com Davi, como abraçar, a cada dia, que Deus nos dá da guerra a harpa, da batalha o louvor. Precisamos conjugar, na nossa vida, luta e oração. Nós estamos lutando e vemos que as pessoas não nos compreendem e até nos atacam, então é momento de irmos ao templo não para reclamar dos outros, mas sim para receber o fortalecimento de que precisamos para prosseguir na missão que nos foi confiada. O melhor é buscar em Deus o Pão Vivo, que nos fortalece. A Eucaristia que nos dá coragem e ânimo.

É hora de abandonarmos o negativismo pelo otimismo. A pessoa otimista não é aquela que nega os fatos, mas aquela que enxerga para além dos fatos e vê o que pode ser tirado daquela situação um proveito. Isso só depende de nós porque o socorro de Deus nunca falta para quem quer lutar. A justiça do Senhor alcança a todos e está a seu favor.


Márcio Mendes
Comunidade Canção Nova

quinta-feira, 22 de abril de 2010



«A mulher, pois, deixou o seu cântaro, e foi à cidade» (Jo 4, 28)

Após ter sido instruída por Cristo, a samaritana fez trabalho de apóstolo. Três coisas podemos sublinhar de suas palavras e atos.

I

A devoção que sentia se manifestou dos dois modos seguintes:

a) Movida por intensa devoção, a samaritana como que se esqueceu da razão pela qual viera à fonte e abandonou água e cântaro. É o que diz o texto: "a mulher deixou o seu cântaro, e foi à cidade", para anunciar a grandeza de Cristo, sem cuidar das necessidades do corpo. Nisso seguiu o exemplo dos Apóstolos que, após terem tudo deixado para trás, seguiram o Senhor. Ora, o cântaro significa a concupiscência das coisas do século, com o qual do fundo das trevas significado pelo poço, i.é, do trato com as coisas terrenas, os homens extraem os prazeres. Portanto, os que abandonam as concupiscências do século por Deus, abandonam o cântaro.

b) A intensidade de sua devoção manifesta-se ainda pela multidão daqueles a quem anuncia o Cristo, pois não foi a um, nem a dois ou três, mas a toda a cidade. Diz o texto: "...e foi à cidade".

II

A qualidade de sua pregação: "e disse àquela gente: vinde ver um homem...".

a) Ela convida todos a ver o Cristo: "Vinde ver um homem". Ela não diz imediatamente para que viessem ao Cristo, para não dar ocasião a blasfêmia; ao contrário, começa dizendo coisas que eram críveis e patentes, a saber, que era um homem. Ela não diz: crede, e sim: vinde ver, pois sabiam que, se bebessem daquela fonte, vendo-o, experimentariam o mesmo que ela experimentou. Por fim, a samaritana segue o exemplo do verdadeiro pregador, e não chama os homens para si, mas para o Cristo.

b) Oferece uma prova da divindade do Cristo, ao dizer: "que me disse tudo o que eu tenho feito", ou seja, quantos homens tivera a samaritana. Ela não se envergonha de contar aquilo que lhe é motivo de confusão, pois a alma abrasada com o fogo divino não se importa mais com nada terreno, nem com a glória, nem com a vergonha, mas apenas com essa chama que nela queima.

c) Conclui confessando a majestade de Cristo, ao dizer: "será este porventura o Cristo?" Ela não ousou afirmar que era o Cristo, para que não aparentasse ensinar os outros: temia que, irritados, eles se recusassem a ir ao Cristo. Tampouco o silenciou totalmente, mas o propôs sob a forma de pergunta, como se submetesse o seu julgamento ao deles. De fato, este era o meio mais fácil de persuadi-los.

III

O fruto de sua pregação.

"Saíram, pois, da cidade, e foram ter com ele". Por onde se vê que, se quisermos ir ao Cristo, devemos também deixar a cidade, i. é, abandonar o amor da concupiscência carnal. "Saiamos, pois, a ele fora dos arraiais", diz são Paulo (Heb 13, 13)

In Joan., IV.

sábado, 17 de abril de 2010

reunião11/04/2010


refletir a paixão de cristo no grupo jovem 11/04/2010